O MPB esteve presente na posse do Governador do RS Eduardo Leite

Os Secretários de Ação Política  Elomar Jorge  Boneberger e a de Organização Vera Luiza Conz, na tarde do dia 01 de janeiro de 2019 representaram o Movimento Parlamentarista Brasileiro na posse do governador Eduardo Leite na Assembleia Legislativa do RS, atendendo um Convite do Cerimonial do evento. Após a posse na ALERGS, participaram no Palácio Piratini na  transmissão de cargo realizada pelo governador José Ivo Sartori para o atual governador Eduardo Leite.

Na ocasião compareceram várias personalidades como autoridades, a mídia de radio, jornal e televisão.

Os representantes do MPB na oportunidade conversaram com vários dos presentes, entre eles com o Prefeito Nelson Marchezan Júnior. Após o encerramento destas solenidades oficiais, ocorreu  o coquetel no Galpão Crioulo do Palácio Piratini onde os encontros com os participantes permitiu a oportunidade de falar sobre a envolvência do MPN na defesa de um sistema de governo parlamentarista. O conceituado  jornalista da sociedade porto-alegrense Paulo Gasparetto, foi um dos quem os secretários  do MPB tiveram uma conversa agradável.

Veja as fotos no Link http://www.parlamentarismo.com.br/exibeGalerias.php?i=483

Artigos
Bel. Ageu Avelino Rodrigues Júnior
Bel em direito, é membro do Conselho Deliberativo do MPB.
A ENCRUZILHADA DEMOCRÁTICA E A REVOLUÇÃO NECESSÁRIA
O leitor, seja de direita ou de esquerda (republicano ou monarquista), parlamentarista ou presidencialista, possivelmente deve estar insatisfeito com os rumos que nossa pátria vem tomando nos últimos anos - e não sem razão! Há um sentimento generalizado de completo vazio representativo, como se os políticos eleitos - em todas as esferas do poder público - não representassem seus eleitores, mas interesses próprios ao arrepio da vontade popular. Esse sentimento de abandono institucional, ou pior: de que os líderes do poder nacional têm agido em causa própria e não a favor da sociedade - como o recente episódio de absoluta alienação moral e falta de consideração com o povo, ao se articularem para aumentarem o teto constitucional em mais de 16% (sem necessidade, pois já ganham mais que seus pares europeus, diga-se de passagem), enquanto cerca de 55 milhões de pessoas têm que sobreviver com menos de R$ 406/mês - faz com que a sociedade perca sua confiança nas instituições democráticas e as esperanças numa solução institucional para os problemas de nossa nação. E quando o povo não se vê mais amparado pelo poder público, passa a considerar moralmente aceitável fazer justiça com as próprias mãos e justificável descumprir as normas legais - rompendo com o pacto social. Este artigo instiga uma discussão estratégica para um encaminhamento de solução em profundidade na "logística" de nossas instituições política, pois o ponto de "suportabilidade" esta esgotada.
Nelson da Fonte Pilla
Engenheiro Civil. Sócio Fundador do MPB em 1998 e atual presidente do Conselho Deliberativo.
APÓS ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS: O DESAFIO DO NOVO PRESIDENTE - COMO GOVERNAR SEM TER MAIORIA NO PARLAMENTO ?
Essa reflexão antes da realização do primeiro turno das eleições de 2018 permite buscar uma luz no final do túnel - como sair dessa campanha eleitoral presidencial rachada, com acusações pessoais entre os candidatos, relevando ao segundo plano, as intenções de debate das ideias do plano de governo? Observando o cenário dessa disputa presidencial entre os candidatos, principalmente nos horários de divulgação partidária obrigatória- tanto na TV ou no rádio, e analisando as entrevistas das equipes técnicas que estão assessorando os candidatos no plano econômico, observa-se uma diferença fundamental, com a postura do candidato com acusações ao adversário político, enquanto que o debate entre as equipes técnicas ficaram no nível acadêmico, com argumentações para sanear os futuros problemas econômicos de quem vai governar, e, concordaram os técnicos, das dificuldades em aplicar suas ideias, porque qual seja o candidato vencedor, não terá maioria no Parlamento para aprovarem suas medidas políticas e administrativas de governo. A verdade é que temos um processo viciado no nosso sistema eleitoral: ao convocar na mesma época das eleições, para a escolha no mesmo dia, das eleições majoritárias - presidente e senador, com as eleições proporcionais - deputado federal, principalmente num sistema de lista aberta nominal. Significa, que podemos votar para presidente no candidato do partido A e ao mesmo tempo votar para candidato a deputado federal no partido B, que nesse caso hipotético não estão coligados, por exemplo. Por essa razão surge a deformação de representatividade, prejudicando o futuro presidente em manter uma maioria no Parlamento para governar! Portanto, na nossa visão sobre o resultado dessas eleições, qual seja o vencedor da direita, da esquerda ou do centro, não terão maioria para governar.
Editorial

O PARLAMENTARISMO E AS ELEIÇÕES 2018
Passada a turbulência do recente processo de impeachment e findo o mandato-tampão de seu vice, podemos vislumbrar finalmente o fim da turbulência e o avizinhar da estabilidade - momento propício para que possamos debater com seriedade uma mudança real no sistema político, que imponha aos seus ocupantes responsabilidade política efetiva por suas ações perante o Parlamento. Muitas mudanças são necessárias, além de apenas a adoção do regime parlamentarista que defendemos; a manutenção do atual sistema proporcional inviabiliza nosso objetivo, por distorcer a vontade manifesta do eleitor nas urnas, com custo elevado de campanha. Nós defendemos o voto distrital puro ou distrital misto, que reduzirá significativamente o custo das eleições, porque o eleitor está próximo do candidato na sua zona eleitoral. Outra bandeira que defendemos é a liberdade de votar livremente, do que a manutenção da obrigatoriedade do voto, travestida de "direito político", que retira das instituições políticas sua legitimidade democrática.
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